Desempenho na saúde é ponto fraco do(s) governo(s) brasileiro(s)

Por Dinheiro Público & Cia

Mesmo quando a presidente Dilma Rousseff vivia o auge de sua popularidade, o desempenho na área de saúde era visto como um ponto fraco de sua administração.

Em pesquisa realizada em março pelo Datafolha, 25% dos entrevistados que consideravam o governo da presidente regular se diziam insatisfeitos com a gestão do setor; o percentual praticamente se repetia (24%) entre os que consideravam o governo ruim ou péssimo.

A saúde costuma estar entre os principais motivos de reclamações contra governos federais, estaduais e municipais. No caso de Dilma, há o incômodo extra de o ministro da área, Alexandre Padilha, ser nome praticamente certo na disputa do governo paulista no próximo ano.

Nos últimos anos, a demanda dos eleitores e as imposições legais levaram prefeitos e governadores a elevarem os gastos em saúde, como mostrou a postagem anterior. Na União, porém, as despesas ficaram estáveis.

De acordo com os dados, a fixação de gastos mínimos em percentuais da receita, regra imposta a Estados e municípios, produziu resultados mais visíveis que a correção anual das despesas conforme o crescimento da economia, regra criada para a União.