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Receita e despesa, economia e política

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Expansão do PIB sob Dilma será um terço do previsto no início do governo

Por Dinheiro Público & Cia

Dilma Rousseff se elegeu presidente com a expectativa de um mandato de forte crescimento econômico, de 5,9% na média anual.

Ao final do quadriênio, a expansão do PIB (Produto Interno Bruto, a renda do país) deve ficar em torno de 2% ao ano. Veja no infográfico abaixo como desabaram as previsões oficiais.

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O PIB do ano passado, a ser divulgado na quinta-feira, deve ter crescido algo como 2,3%. A alta deste ano, que o governo agora estima em 2,5%, não deve passar de 1,8% para os analistas de mercado.

Em 2010, logo após as eleições presidenciais, a equipe da presidente acreditava que seu governo terminaria a um ritmo de crescimento de 6,5%.

A projeção se baseava nos resultados do final da administração de Lula, quando o PIB se expandia com o impulso da alta dos gastos públicos.

Com Dilma, as despesas federais, estaduais e municipais aumentaram ainda mais rapidamente, mas a economia ficou quase estagnada.

Trata-se de um erro recorrente na história nacional: imaginar que a expansão do poder público trará também a expansão da riqueza do país.

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