Em final de mandato, governadores elevam investimentos em 64%

Investimentos nos Estados

Os governadores mantêm a tradição de concentrar as obras públicas às vésperas das eleições, como mostra a disparada dos investimentos neste ano.

Dados recém-publicados mostram que, em 24 Estados e no Distrito Federal, os desembolsos chegaram a quase R$ 20 bilhões no primeiro semestre, uma alta de 64% em relação ao período correspondente de 2013.

Trata-se de uma taxa bem superior à do governo federal, cujas contas mostram uma expansão de 22% nos investimentos -ainda assim, bem acima da inflação.

Em grande parte, a aceleração das obras estaduais foi impulsionada pela equipe da presidente Dilma Rousseff, que autorizou os governadores a tomarem mais empréstimos e a pouparem menos para o abatimento das dívidas.

Em consequência, os Estados acompanham a União na piora das contas públicas, que deverá forçar os próximos governantes a promover ajustes nas despesas e nas receitas.

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Comentários

  1. Com todo respeito aos moradores dos Estados que tiveram a dívida aumentada: o soma delas não dá a de São Paulo, que aumentou seus investimentos sem ter a dívida comprometida. Mais: o governo Dilma incentivou o aumento da dívida pública estadual incentivando obras sem a devida retaguarda o erário. É por isso que querem por querem eleger o Padilha governador de São Paulo, pra quebrar a força que o Estado possui e facilitar o encaminhamento da forma bolivariana de governar.

    1. Colega Amadeu a intenção de eleger o Padilha é de destravar os investimentos Federais seguros pelo governo estadual.Aqui quanto menos investimentos Federais melhor para os tucanos.

  2. O desastroso governo do PT olvida a Lei de responsabilidade fiscal para enfatizar sua forma populista e bolivariana de governar. A derrocada das contas públicas deve-se não só ao inchaço da máquina administrativa, através da contratação de seus militantes para ocupação de cargos públicos comissionados na Administração Pública Federal e nos Estados, como também a irracional e perigosa redução do superávit primário para percentuais pífios que, ao tempo do governo do PSDB, era de 3,45% do PIB. Essa farra criminosa com o dinheiro do contribuinte para locupletar aliados com obras e contratos públicos superfaturados, as expressivas dotações orçamentarias destinadas ao financiamento do Bolsa Família- programa oficial de compra de votos- jamais visto na história dessa república- e outras inomináveis aberrações e descalabros administrativos protagonizado por fanáticos ideológicos e ignorantes que se apoderaram do Estado Brasileiro, periclitam o equilíbrio das contas públicas inviabilizando os necessários investimentos públicos em saúde, educação transporte e segurança pública, valores sociais imprescindíveis para que saiamos da fase pré-civilizatória e alcancemos, enfim, a tão desiderada civilização.

    1. Pelo seu pensamento colega você estaria prestes a se mudar para os EUA porque odeia ver a classe C incomoda-lo.

    1. Dal Bosco,

      A Lei de Responsabilidade Fiscal não estabelece regras para a expansão dos investimentos. Há limites para o endividamento dos Estados, descumpridos pelo Rio Grande do Sul, e para os gastos com pessoal, descumprido em abril pelo Piauí (ainda não há dados disponíveis sobre todos os Estados.

  3. bla bla bla quem não sabe disso nenem… como é: “republica bolivariana, eheheh!!!
    não seria “republica lulariana juntada com a dilmariana!!!”, ehehhehe. gostei do periclitam, bebe,eheeh

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