Com inflação, uso de dinheiro vivo cresce e chega a R$ 756 por brasileiro

Com impulso da inflação, o volume de cédulas e moedas em circulação na economia brasileira tem crescido mais rapidamente nos últimos meses.

Com expansão de 15% em um ano, a quantidade de dinheiro vivo utilizado no país atingiu R$ 151,9 bilhões contados no último dia de fevereiro, segundo o Banco Central.

É o equivalente a R$ 756. em média, por brasileiro. Trata-se de uma parcela pequena dos valores utilizados no cotidiano: há, evidentemente, muito mais reais nas contas correntes e nas aplicações financeiras.

Meios de pagam3ento

A inflação também faz crescer, às vezes em ritmo até maior, o volume de dinheiro (ou de meios de pagamento, em termos mais precisos) aplicado nos bancos e rendendo juros.

Nos tempos de hiperinflação, o uso de dinheiro vivo era mínimo, porque as cédulas e moedas perdiam rapidamente o poder de compra.

Não é apenas o aumento do custo de vida que faz crescer o uso de dinheiro em espécie -a expansão da renda e do crédito também levou o volume a quadruplicar no país em dez anos.

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Comentários

  1. Então cadê BC os meus R$ R$ 756…na carteira…só temos impostos para pagar..e quando queremos polpar alguma quantia a “poupança” no Brasil rende o minimo do minimo..e uma vergonha isso…trabalhamos feitos loucos papa pagar taxas e juros…

  2. E isso nao e tudo. ja existe um projeto secreto entre governos, que limitara esse valor a $500 por semana nos países onde o dólar é a moeda oficial. O nome do projeto e AGENDA 21. Ja foi aprovado, so não entrou em vigor. Prepare-se, porque ai a coisa vai pegar.

  3. Não entendo pq os economistas gostam tanto de contas burras. Dividir o montante total circulante pelo número de brasileiros. É muito dinheiro vivo nas mãos de poucos e NÂO 756,00 na mão de cada brasileiro.

  4. Quero saber onde está o lastro destes 4,462 trilhões? No PIB e nas reservas do tesouro que não… Todo mundo pensa que com o “rígido” controle do Banco Central sobre a emissão de moeda só existe inflação por crescimento de demanda. O povo tá ganhando mais, então é só uma questão de aumentar a oferta e tudo se normaliza. Mas se esquecem que o sistema bancário brasileiro opera no regime de reservas fracionárias. A toda hora tem dinheiro eletrônico sendo criado sem lastro inundando o mercado aos bilhões. Não nos demos conta, mas estamos gastando dinheiro que não vale o seu papel impresso. O resultado disso os EUA e a Europa já sabem muito bem qual é…

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